A xerojardinagem, o desenho de jardins pensados para consumir muito pouca água, passou de ser uma tendência minoritária a um pedido habitual, sobretudo em zonas com restrições de rega cada vez mais frequentes.
Seleção de espécies autóctones e adaptadas
O primeiro princípio é substituir espécies de alto consumo hídrico por plantas autóctones ou mediterrânicas, já adaptadas ao clima local e capazes de sobreviver com rega mínima depois de estabelecidas. Esta mudança de paleta vegetal é a decisão que mais reduz o consumo de água a longo prazo.
Agrupamento por necessidade de rega (hidrozonamento)
Agrupam-se as plantas consoante a sua necessidade real de água, evitando o erro habitual de misturar espécies de alto e baixo consumo na mesma zona de rega, o que obriga a regar em excesso as de baixo consumo para não prejudicar as de alto consumo próximas.
Cobertura do solo e rega eficiente como complemento
Uma camada de cobertura orgânica ou mineral (mulch) sobre o substrato reduz muito a evaporação de água, e combinada com rega gota a gota localizada (face à aspersão, que perde mais água por evaporação) completa um sistema realmente eficiente no consumo.
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