Jardinagem

Xerojardinagem: desenho de jardim de baixo consumo de água

Cada vez mais clientes pedem jardins que gastem menos água. Que princípios segue a xerojardinagem e como orçamentar uma transformação.

EP
Equipa PresupuestoYa
27 de julho de 2026 · 1 min de leitura

A xerojardinagem, o desenho de jardins pensados para consumir muito pouca água, passou de ser uma tendência minoritária a um pedido habitual, sobretudo em zonas com restrições de rega cada vez mais frequentes.

Seleção de espécies autóctones e adaptadas

O primeiro princípio é substituir espécies de alto consumo hídrico por plantas autóctones ou mediterrânicas, já adaptadas ao clima local e capazes de sobreviver com rega mínima depois de estabelecidas. Esta mudança de paleta vegetal é a decisão que mais reduz o consumo de água a longo prazo.

Agrupamento por necessidade de rega (hidrozonamento)

Agrupam-se as plantas consoante a sua necessidade real de água, evitando o erro habitual de misturar espécies de alto e baixo consumo na mesma zona de rega, o que obriga a regar em excesso as de baixo consumo para não prejudicar as de alto consumo próximas.

Cobertura do solo e rega eficiente como complemento

Uma camada de cobertura orgânica ou mineral (mulch) sobre o substrato reduz muito a evaporação de água, e combinada com rega gota a gota localizada (face à aspersão, que perde mais água por evaporação) completa um sistema realmente eficiente no consumo.

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