Canalização

Termoacumulador elétrico ou a gás: qual escolher e que diferença há na instalação

Termoacumulador elétrico, a gás ou caldeira mista: diferenças de instalação, espaço necessário e custo de funcionamento.

EP
Equipa PresupuestoYa
27 de julho de 2026 · 1 min de leitura

Escolher entre termoacumulador elétrico e a gás não é só uma questão de gosto: muda a instalação necessária, o espaço que ocupa e quem o pode instalar.

Termoacumulador elétrico: instalação mais simples

O termoacumulador elétrico só precisa de um ponto de água e de um circuito elétrico independente com o seu próprio disjuntor, sem saída de fumos nem ligação de gás. É a opção mais fácil de instalar em remodelações onde não há ligação de gás, embora o seu custo de funcionamento por litro aquecido costume ser maior do que o do gás.

Termoacumulador a gás: precisa de saída de fumos

O termoacumulador a gás requer ligação de gás, e na maioria dos modelos atuais (estanques, de tiragem forçada) também saída de fumos para o exterior, o que condiciona onde se pode colocar. Em contrapartida, costuma aquecer a água mais depressa e com menor custo de funcionamento onde o gás é mais barato do que a eletricidade.

Capacidade consoante os pontos de consumo simultâneo

Além do tipo de energia, é preciso dimensionar a capacidade: um termoacumulador de 50-80 litros costuma bastar para uma habitação com 1-2 casas de banho com uso normal, enquanto habitações com várias casas de banho ou alta procura simultânea (duche e máquina de lavar roupa ao mesmo tempo) podem precisar de 100 litros ou mais, ou ponderar uma caldeira mista em vez de um termoacumulador independente.

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