Coberturas

Remate de chaminé na cobertura: o que exige a regulamentação e porque falha

O ponto onde uma chaminé atravessa a cobertura precisa de um remate específico e de uma altura mínima. O que rever para evitar infiltrações.

EP
Equipa PresupuestoYa
27 de julho de 2026 · 1 min de leitura

O ponto onde uma chaminé ou conduta de saída de fumos atravessa a cobertura concentra dois problemas ao mesmo tempo: é um ponto de descontinuidade na impermeabilização e está sujeito a regulamentação de altura mínima que nem sempre se cumpre em instalações antigas.

Altura mínima segundo a regulamentação

A regulamentação exige que a saída de fumos ultrapasse uma altura mínima acima da cobertura e de qualquer obstáculo próximo (como a própria cumeeira, se estiver próxima), calculada consoante a distância a elementos mais altos, para assegurar o correto tiragem e evitar o retorno de fumos para o interior ou para habitações contíguas.

Rufo e selagem: o ponto crítico da impermeabilização

À volta da chaminé instala-se um rufo (peça metálica ou de chumbo flexível) que envolve a conduta e se sobrepõe à telha ou membrana impermeável circundante, garantindo que a água da chuva não se infiltra por essa junção. Um rufo mal ajustado ou degradado pelos anos é uma das causas mais frequentes de infiltração pontual em coberturas com chaminé.

Quando rever o remate

Perante qualquer mancha de humidade perto de uma chaminé, ou antes de refazer uma cobertura antiga, convém rever o estado do rufo e a altura da saída de fumos, já que ambos são pontos que se deterioram ou ficam desatualizados com o passar dos anos.

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