O certificado de eficiência energética não se pede apenas ao vender ou arrendar uma habitação: determinadas remodelações que afetam o invólucro térmico do edifício podem obrigar a atualizá-lo, algo que muitos clientes desconhecem ao orçamentar o seu projeto.
Remodelações que costumam afetar a classificação
A substituição de caixilharia exterior (janelas), a melhoria do isolamento de fachada ou cobertura, a substituição do sistema de aquecimento ou climatização, ou intervenções que alterem de forma significativa o invólucro térmico do edifício são as ações que com mais frequência obrigam a atualizar o certificado energético existente.
Quem pode emitir o certificado
O certificado deve ser emitido por um técnico competente (arquiteto, engenheiro ou técnico habilitado), que avalia a habitação com o software oficial correspondente e emite uma classificação de A a G, um serviço independente da própria execução da remodelação.
Porque pode ser uma oportunidade, e não só um trâmite
Uma remodelação bem planeada, sobretudo se melhorar o isolamento e a caixilharia, pode subir a classificação energética da habitação de forma notável, um argumento de venda que vale a pena destacar ao cliente no orçamento, e não apenas apresentar como mais um trâmite obrigatório.
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