Uma cozinha por medida não se orçamenta como um roupeiro: cada módulo (baixo, alto, coluna) tem o seu próprio preço consoante o tamanho, as ferragens e os eletrodomésticos integrados, e somá-los mal é uma fonte habitual de erro no orçamento final.
Módulos baixos, altos e colunas
Os módulos baixos costumam ser os mais caros por metro linear por incluírem bancada, gavetas com guias e, em muitos casos, eletrodomésticos (forno, placa, lava-loiça). Os módulos altos são mais económicos por unidade de superfície. As colunas (para forno, frigorífico integrado ou despensa) têm um preço próprio por serem peças de maior altura e complexidade de montagem.
O que mais encarece o orçamento
As ferragens de gama alta (fecho suave, extração total nas gavetas, sistemas elevatórios) acrescentam de forma notável face a ferragens básicas, tal como as frentes lacadas ou com acabamentos especiais face ao laminado standard. A bancada é outra rubrica que varia muito: laminado, quartzo compacto ou pedra natural têm preços muito diferentes por metro linear.
Porque discriminar módulo a módulo
Dar um preço único de «cozinha completa» dificulta que o cliente perceba onde pode ajustar o orçamento. Discriminar por módulo, com a sua ferragem e acabamento, permite oferecer alternativas concretas (por exemplo, manter o desenho mas descer de gama nas ferragens) sem refazer todo o orçamento.
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